A revolução dos tradutores


Finalmente deu para encontrar algo politicamente útil do mundo da tradução, mas cumpre explicar algo. “Direita” e “esquerda” são fósseis — requícios da revolução francesa que foi o choque entre obscurantismo burocrático do culto do Estado Político endeusado e o obscurantismo milenar da outra vertente do altruísmo, da tortura e dos governos desgovernados pelo misticismo.

Mas no meio disso tudo aparecem pérolas de ideário na primeira pessoa do singular com traduções muitas vezes corretas da Ayn Rand e Milton Friedman (não é esculacho). É claro que predominam os xíitas que querem coagir as mulheres, mas incluem também os corifeus do comunismo e os varridos do bolivarismo instigado pelo fanatismo proibicionista do Terror Branco metodista que tanto dominava os EUA.

O importante é que o cidadão brasileiro agora pode avaliar por si só as ideologias no mercado aberto graças ao voluntarismo da tradutoresca. Veja

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