A revolução dos tradutores

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Finalmente deu para encontrar algo politicamente útil do mundo da tradução, mas cumpre explicar algo. “Direita” e “esquerda” são fósseis — requícios da revolução francesa que foi o choque entre obscurantismo burocrático do culto do Estado Político endeusado e o obscurantismo milenar da outra vertente do altruísmo, da tortura e dos governos desgovernados pelo misticismo. Esquerda e Direita não incluem nenhum programa libertário.

Mas no meio disso tudo aparecem pérolas de ideário na primeira pessoa do singular com traduções muitas vezes corretas da Ayn Rand e Milton Friedman (não é esculacho). É claro que predominam os xiítas que querem coagir as mulheres, mas incluem também os corifeus do comunismo e os varridos do bolivarismo instigado em reação ao fanatismo proibicionista do Terror Branco metodista que tanto dominava os EUA–e ainda perdura sob nome de conservadorismo. O conservadorismo defende o mercantilismo monarquista torturador e escravagista do século 18 contra o comunismo laico, torturador e escravagista do século 19.

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O importante é que o cidadão brasileiro agora pode avaliar por si só as ideologias no mercado aberto graças, em parte, ao voluntarismo da tradutoresca não apenas comunista, como também da corrente fascista. Veja

Este servo que vos fala traduz para esclarecer a corrente libertária.
ALeiSeca0619 Não perca essa explicação de como o fanatismo americano–que fez da cerveja um delito federal com 5 anos de trabalho forçado e multa de 14 quilos de ouro–derrubou a economia do país. Em formato Kindle no Amazon.